É por coisas como esta que adoro os Simpsons! eheheh

É por coisas como esta que adoro os Simpsons! eheheh


Tem piadola dar uma vista de olhos ao site de George Underwood e, ver os quadros pintados a óleo de vários albuns famosos e de muitas caras conhecidas do mundo da música, como este de Richard Ashcroft, embora um bocado cadavérico. Por lá também se encontram David Bowie, Oasis, Syd Barret entre outros…a visitar.


Depois de o meu portátil ter “morrido” finalmente volto à vida na internet!! o(^o^)o
E para começar um post que já queria ter feito à muito tempo e que agora já vem um pouco tarde, mas que de qualquer modo continua inprescindivel, ou não fosse nada mais nada menos do que um novo albúm dos beatles remisturador pelo chamado 5º beatle o produtor George Martin e o seu filho Giles Martin. Tendo como objectivo remisturar as músicas dos beatles para o espectáculo “Love” em Las Vegas, decidiram dar uma nova abordagem a alguns dos mais conhecidos temas dos beatles com tecnologia actual sem no entanto destruir ou alterar completamente algumas das mais belas musicas já compostas. Estou bastante ansisosa para comprar este “Love” que vai ser o presente interesseiro que vou dar á minha mãe eheheh e tanto pelo que eu já ouvi aqui como pelas criticas que já li parece-me que não me vou arrepender ^_^

Eu QUERO este jogo!!!
Axo que é o jogo mais espectacular que alguma vez vi ![]()
Okami sai exclusivamente para a PS2 e chega à europa infelizmente apenas a 9 de Janeiro de 2007

- Estão fartos que lhes recordem o mal que fazem os vossos blogs?
- Estão fartos dos velhos conselhos de sempre (escreve regularmente, tem uma temática definida, faz entradas concisas, etc.)?
Tendo em conta que:
I. Nunca vamos conseguir milhares e milhares de visitas nem, muitissimo menos ganhar dinheiro com o nosso blog, nem conseguir o prêmio Pulitzer.
II. Não cremos que a qualidade de um blog venha marcada pelo seu número de visitas nem pela quantidade de páginas que o linken.
III. Sabemos e aceitamos que 80% das visitas são de amigos e estamos felizes com eles. (Ou no mínimo, conformamos-nos)
E, sobretudo
IV. Não escrevemos para satisfazer o leitor, mas sim para satisfazer a nossa ânsias de escrever e comunicar.
Manifestamos que:
V. Temos o privilégio de não ter medo do mercado nem das críticas… nem do esquecimento.
VI. É possível que sejamos felizes sem um dos nossos posts se tornar popular e se difundir pela blogosfera. Mas comprometemos-nos a não o buscar, nem escrever o que considerarmos mais popular, nem de nenhuma outra forma.
VII. Somos pessoas complexas, não máquinas especializadas. Por isso, escrevemos aquilo que nos pareça interessante compartilhar, sem importar sua temática.
E em resumo:
VIII. Este é meu blog.
IX. Eu pago-me e dou-me o troco.
X. Se alguém não gosta, que não o leia.
Faz deste manifesto algo teu:
a. Se não gostas de parte do texto ou te apetece linká-lo, copia-o sem complexos.
b. Não cites de onde veio este manifesto.
c. Não digas quem escreveu este manifesto.
d. É possível que estejas a ler este manifesto num blog e não saibas se o escreveu o seu dono ou não. Por acaso isso importa?
Porque todos os blogueiros têm direito a ser maus blogueiros e estarem orgulhosos disso.


Sou uma grande fã do trabalho de Damon Albarn, mais concretamente nos blur, uma das minhas bandas de eleição. Por isso quando ouvi falar do seu novo projecto the Good, the Bad and the Queen, que conta com a participação do ex-baixista dos the Clash, Paul Simonon e do ex-guitarrista dos The Verve, Simon Tong, mais uma vez membros de outras das minhas bandas predilectas, as minhas expectativas eram elevadissimas, especialmente pelas declarações de Albarn que davam o primeiro album deste seu novo trabalho como algo ao nivel de parklife. Seria então um album “verdadeiramente britânico”, foram estas as suas palavras.Aqui há uns dias tive a oportunidade de ouvir finalmente Herculean, o primeiro single do album, e a verdade é que apesar de não estar mau, não se propõe minimamente a ser o que tanto garantia o lider dos blur, sendo algo que poderia perfeitamente estar enquadrado antes num album dos Gorillazz. A influência de Danger Mouse é clarissima, e não sei que parklife é que era suposto ser continuado com este trabalho. Mas por enquanto, antes de ouvir o album de uma ponta a outra voucontinuar a dar o meu beneficio da dúvida.
Por outro lado ao ouvir o enérgico novo album a solo de Graham Coxon, fica-se com muito mais ideia do que poderia ser esse renascer dessa época dos blur, embora na minha opinião lhe falte alguns momentos de génio e de originalidade, sendo que o guitarrista fazia melhor em não tentar subir tão alto ao afirmar que as suas canções são melhores do que as dos blur alguma vez foram.
Resta-me no entanto manter aberta a esperança no novo album de originais dos blur, visto que segundo novas noticias há a possibilidade de Graham Coxon voltar atrás na sua posição e entrar também neste novo album. Estaria assim completo a formação ideal e que realmente se complementa (^o^)/


Numa das minhas habituais andanças pela net, acabei por encontrar num post antigo do culture blog um trailer “alternativo” a um dos meus filmes preferidos ( ou não fosse este um filme do génio Stanley Kubrick \o/ ) Exelente ideia, muito cómico mesmo!
Só me pergunto qual seria o contexto desta famosa imagem, na tal alternativa… eheheh