
“All the world is birthday cake, so take a piece but not too much” by George Harrison from the Beatles


“All the world is birthday cake, so take a piece but not too much” by George Harrison from the Beatles


A 29 de Maio de 1997, faz precisamente hoje dez anos, desaparecia no rio Wolf, um dos afluentes do Mississippi, Jeff Buckley um dos mais incriveis talentos de uma geração. Tinha apenas 30 anos.
Depois de terminada a sua tournee em 96 e resistindo ás pressões da sua editora para um albúm mais comercial, Jeff aluga uma casa isolada em Menphis no Tenneesse para começar a compor o seu novo disco, My Sweetheart the drunk, contando inclusivamente com a ajuda de Tom Verlaine dos Television para a sua produção.
Foi a 29 de Maio quando a sua banda tinha acabado de chegar para iniciarem as gravações que Buckley antes d ir ao seu encontro decide ir tomar banho no rio, sem dispensar as suas habituais botas e toda a sua roupa. Foi quando o amigo que o acompalhava Keith Foti, regressou de arumar algum equipamento, enquanto o ouvia a cantarolar “Whole Lotta Love” dos Led Zeppelin que passava na rádio no momento, que notou o seu desaparecimento. Depois de o chamar insistentemente decide então chamar a policia, que o procura noite dentro sem sucesso.
O seu corpo foi encontrado só uma semana depois a 4 de Junho por um turista. A autópsia confirmou que este não tinha consumido qualquer tipo de drogas antes da sua incursão no rio.
Em 98 é lançado o álbum póstumo, agora entitulado “Sketches for My Sweetheart the Drunk” que é composto pelas gravações com Tom Verlaine mais as músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.
Em relação a como gostaria de ser lembrado nada melhor do que as palavras de Buckley:
“…As a good friend. You know, I don’t really need to be remembered. I hope the music’s remembered. “
Deixando para trás uma discografia curta só com dois albuns de originais editados e apenas um deles lançado em estudio, Jeff Buckley conseguiu no entanto tornar-se uma referencia indespensável no panorama musical, sendo Grace considerado por muitos como um dos melhores albúns de sempre.
E porque a sua incrivel voz não foi esquecida aqui fica um dos temas pelos quais é mais reconhecido, a sua versão de Hallelujah de Leonard Cohen, aqui numa arrepiante interpretação ao vivo no Liquid room em Tokyo.


No ano em que se comemoram os 100 anos de Hergé, chega a noticia que Steven Spielberg e Peter Jackson vão ser os responsáveis por levar o heroi para o grande ecran. O célebre reporter vai ser protagonista de uma triologia sendo que cada um dos realizadores se irá encarregar de um filme, desconhecendo-se ainda o responsável pelo terceiro.
Jackson e Spielberg já escolheram as histórias de entre os livros do autor belga, que vão dar origem aos filmes de animação produzidos pela Dreamworks, em formato digital a três dimensões, recorrendo a técnicas inovadoras para dar o maior realismo possivel aos personagens sem comprometer a sua imagem na banda desenhada.

Bandas com nomes de cidades ou países já não é propriamente uma novidade, caso disso são bandas como os Tokyo police club, ou os presidents of the United States of America. O inédito é verificar que Portugal não é exepção nesta corrente, como exemplo disso mesmo temos os norte-americanos Portugal. The man, e o trio japonês The Portugal Japan.

Os Portugal. The man são uma banda de indie rock do Alaska que tem vindo a atingir algum sucesso no panorama independente americano, agora o porquê da escolha de semelhante nome? Segundo a explicação da banda a ideia deriva de um conceito de David Bowie da fama ultrapassar a vida e a banda procurava um nome que desse um sentimento “bigger than life”, parecendo-lhes lógico que um país trasparecesse mais esse propósito, sendo que Portugal foi o primeiro que lhes apareceu em mente. Quem diria… :B

No caso das japonesas a escolha do nome The Portugal Japan parece ser mais indecifrável, pelo menos não consegui encontrar nenhuma explicação. Não deixa de ser no entanto hilariante a escolha deste nome para este trio de punk rock.

…tem um poster lindissimo, e um argumento no minimo original, este filme do coreano Park Chan-wook, conta a história de uma rapariga num hospital psiquiatrico que pensa ser um cyborg e que acaba por se apaixonar por um rapaz que julga poder roubar a alma das pessoas. No entanto o filme não deverá ser exibido nas salas de cinema portuguesas, restanto mesmo esperar pelo lançamento do DVD.