Arquivos para a Categoria ‘People’

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Escape From Rehab

Setembro 3, 2008

http://blitz.aeiou.pt/users/0/65/64d87cc8.jpg

“Amy Winehouse é a protagonista de “Escape From Rehab“, um jogo online cujo objectivo é ajudar a cantora britânica a escapar de uma clínica de reabilitação e a libertar o marido Blake Fielder-Civil da prisão.

Durante o jogo, Amy pode recorrer a seringas, cachimbos de crack ou garrafas de bebidas alcoólicas para combater os inimigos, que incluem personagens como Batman, Hulk ou Hellboy.

Também é possível ouvi-la a citar as letras das suas músicas, como a parte “No, No, No” do seu aclamado single “Rehab”.” [Fonte]

AHAHAHAHAH

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Movie / Real life

Março 18, 2008

O casamento de Ian Curtis em “Control”

 

Foto de casamento de Ian Curtis com Deborah Curtis

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Dear Queen

Fevereiro 23, 2008

Her Majesty The Queen
Buckingham Palace
London SW1A 1AA

January 31st 2008

Your Majesty,

My name is Mark Oliver Everett. My friends call me “E”. I am the singer in an American rock band called Eels. We will be playing a show at your Royal Festival Hall on the evening of February 25th and I would like to extend an invitation for you to attend our performance. We have played the Festival Hall several times and I’ve noticed that your royal box is usually empty. I’d like to change that. We have also played your Queen Elizabeth and Royal Albert Halls. I don’t think you were at those shows either.

I recently saw the movie ‘The Queen’ and while I know that wasn’t actually you in the film, it made me think that I would like you as a person. I’d like you to be one of the people who call me “E”. If you’re free February 25th, please come down to the show. It’s sold out, but I would be happy to put you on the guest list. I also have a new book, ‘Things The Grandchildren Should Know’, and two new compact disc and DVD collections, ‘Meet The Eels’ and ‘Useless Trinkets’. I think you’d enjoy them and I’d be happy to give you complimentary copies of each, which I will even sign for you after the show.

If you’re busy, I understand. But if you can free up your calendar, we’d love to see you there. Thank you for your time, Your Majesty.

Sincerely,

Mark Oliver Everett
aka E

Visto aqui!

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Cat is back!

Fevereiro 20, 2008

Miss Cat Power vai estar de volta a Portugal em Maio, desta vez no coliseu de Lisboa e do Porto e com certeza vai voltar a deslumbrar, algo em que Chan Marshall é perita, que o diga o Karl Lagerfield, o senhor Channel, pois diz a lenda que há uns dois anitos ao vê-la a fumar à porta de um hotel em Nova York, terá dito maravilhado “Só uma mulher pode ser tão glamorosa a fumar”. Miss Marshall tirou os óculos e apontando para as olheiras respondeu “Com isto?”.

O senhor entretanto não descansou enquanto não conseguiu uma sessão fotográfica com a cantora, e a mostrar a sua devoção lhe ofereceu as icónicas luvas pretas Channel, que a rapariga usa agora como amuleto.

Eu por aqui continuo a saborear e a deliciar-me com o maravilhoso “Jukebox” e com uma vontade imensa de a ir ver desta vez, a ver vamos se a carteira dá para tudo este ano!

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1979 – 2008

Janeiro 23, 2008

Estou realmente chocada com a inesperada noticia da morte de Heath Ledger. É realmente trágico como alguém tão novo e tão promissor, de quem se esperava ainda muito, inclusivamente já para este ano, com as suas prestações como Bob Dylan em “I’m not there”(ainda não estreado em Portugal), e como Jocker no “The Dark Knight”, que suscitavam já grandes expectativas, desaparece assim, de maneira tão abrupta e absurda.

Para recordar fica todo o seu incrivel e já reconhecido talento e os filmes por estrear que ganham toda uma nova e confusa perspectiva.

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Make my day

Janeiro 16, 2008

Ontem foi um dia realmente péssimo, daqueles em que se deseja que este senhor apareça em cena e  trate da saúde a algumas pessoas, resolva algumas coisas. Supostamente este é o ano chinês do rato, ideal para quem nasceu em 1984, mas sinceramente ainda não vi nada disso. Obrigada IST por tornares sempre a minha vida tão melhor ( ou não!).

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She’s lost control

Janeiro 10, 2008

Há já algum tempo, vi um Making the Movie no vh1 sobre o aclamado Control. Perguntavam à Alexandra Maria Lara, a Annik Honoré, amante de Ian Curtis no filme, o que ela achava dos Joy Division, ao que a senhora responde algo do género: “Não conhecia muito dos Joy Division antes de fazer o filme, era muito nova quando eles apareceram e como rapariga, não era algo que ouvisse, mas agora depois de fazer o filme apercebi-me da sua importância no mundo da música e gosto.”

Ok, a rapariga era nova quando os Joy Division apareceram e como é natural não lhes ligava nenhuma, eu também não liguei muito quando ouvi dizer que um tal de Kurt Cobain se tinha suicidado. Não é o género de música dela, tudo bem, não tem de gostar e de se interessar por um estilo que não lhe agrada particularmente.

Agora não conhecer porque é rapariga o_O mas agora Joy Division é música de meninos e algo que girly girl que se preze não deve conhecer?! O que é, que é suposto ser música de raparigas então? Algo entre Celine Dion, Whitney Houston, Tom Jones ou o mais recente James Blunt ( vómito)!!!???

Darling, não esconda a sua ignorância musical e falta de gosto e de interesse no assunto, atrás do seu género, só lhe fica é mal e

É MUITO IDIOTA!!!

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Heart and Soul

Dezembro 14, 2007

Já fui ver, o já muito falado por aqui, Control e posso desde já dizer que adorei cada segundo. Anton Corbijn presenteia-nos com uma fotografia lindíssima em todo o filme, que nos consegue transmitir toda a dor e melancolia de Curtis. Desde os seus tempos de adolescência incomformada, até à espiral de sofrimento, por amor, culpa, transtorno perante a fama e a sua convivência com a epilepsia, que o levam para um lado demasiado negro, do qual não consegue regressar.

A corda sempre presente na cozinha como se o esperasse, e a última vez que fala com Deborah e em que já não consegue sair da escuridão em que se tinha embrenhado, são algumas das molduras, que compõe o retrato de uma vida que terminou apenas aos 23 anos de idade.

O filme mostra-nos a constante divisão na vida de Ian Curtis, o choque da sua vida de trabalhador banal e igual a tantos outros, com uma mulher timida e caseira, e já com as responsabilidades da paternidade, e o contraste com o mundo de estrela de rock em ascenção com uma amante sofisticada e independente, o seu verdadeiro escape.

A culpa corroi-o, tal como a sua doença e as sucessivas crises de epilepsia, com ataques cada vez mais dramáticos e frequentes. Não consegue evitar que o seu mundo “caseiro”, se torne cada vez mais um apêndice exterior a si mesmo, com o qual não sabe lidar. A fama, dantes pretendida, não lhe traz satisfação, torna-se como uma corda bamba sobre a qual sente perder o controlo. A sua morte foi a saída, que fracturado, conseguiu encontrar.

 

Sam Riley é sempre exemplar em todo o filme, conseguindo sempre extrapolar um Curtis credível e ao nível do mito, humanizando e abrindo um pouco do livro fechado do seu rosto. Sendo seguido pela também exelente Samantha Morton no papel da esposa de Curtis, Deborah.

Num filme, praticamente sem falhas, somos embrulhados no universo dos Joy Division, e numa época excitante musicalmente, numa geração filha de nomes como Bowie e Lou Reed que procurava novos caminhos. Surgiam grupos como os Sex Pistols, contestatários por natureza, e a cinzenta e precária Manchester era o ninho ideal para uma das mais emblemáticas bandas da famosa Factory, de Tony Wilson.

Interrogo-me com a visão que terá a filha de Ian Curtis, Natalie , do pai que se suicidou quando ela tinha apenas 1 ano de idade. Talvez seja por isso, como ela própria diz, que se tenha tornado fotógrafa, devido a todo o impacto que lhe causou a imagem do pai, que só conheceu através de fotos e artigos em revistas de música.

Curioso é também espreitar, o seu olhar sobre as filmagens do filme sobre a sua vida, como esta acima de Sam Riley e Samantha Morton. A reportagem completa do Guardian e mais fotos aqui.

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Hum…you look sexy with a guitar

Dezembro 12, 2007

Depois da votação dos mais cool do mundo da música, ( já agora ficou o John Lennon em 1º) a NME quer agora a lista dos mais sexys, do universo musical recente e convidam à votação de 1 a 10 nos atributos físicos dos meninos e das meninas.

Falando no que interessa nos rapazitos, não me surpreendi de ver, que o actual primeiro lugar na lista é ocupado pelo Mathew Bellamy dos Muse, impossível resisitir a tanta sexsiness com a guitarra. Mas no entanto, apesar de por lá andarem nomes como Johnny Depp ( para quem ainda não sabe desta sua faceta, o actor é um grande amigo de Noel Gallagher, tendo tocado guitarra na música Fade In-out do álbum Be Here Now), ou Alex Turner para votação, nenhum destes entra na lista, enquanto que o senhor Pete Doherty lá está cimeiro.

Deve haver muito boa gente com o complexo Kate Moss, mas eu decididamente não entendo! Se há coisa que não axo sexy é o Pete Doherty e o seu cabelo lambido e olheiras de ressacado. Mas pronto valha-nos ao menos o bom gosto da presença de alguns dos meninos dos Strokes, que sim, são dignos de marcar presença numa lista destas.