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Everybody here wants you

Maio 29, 2007

 

 

A 29 de Maio de 1997, faz precisamente hoje dez anos, desaparecia no rio Wolf, um dos afluentes do Mississippi, Jeff Buckley um dos mais incriveis talentos de uma geração. Tinha apenas 30 anos.

Depois de terminada a sua tournee em 96 e resistindo ás pressões da sua editora para um albúm mais comercial, Jeff aluga uma casa isolada em Menphis no Tenneesse para começar a compor o seu novo disco, My Sweetheart the drunk, contando inclusivamente com a ajuda de Tom Verlaine dos Television para a sua produção.

Foi a 29 de Maio quando a sua banda tinha acabado de chegar para iniciarem as gravações que Buckley antes d ir ao seu encontro decide ir tomar banho no rio, sem dispensar as suas habituais botas e toda a sua roupa. Foi quando o amigo que o acompalhava Keith Foti, regressou de arumar algum equipamento, enquanto o ouvia a cantarolar “Whole Lotta Love” dos Led Zeppelin que passava na rádio no momento, que notou o seu desaparecimento. Depois de o chamar insistentemente decide então chamar a policia, que o procura noite dentro sem sucesso.

O seu corpo foi encontrado só uma semana depois a 4 de Junho por um turista. A autópsia confirmou que este não tinha consumido qualquer tipo de drogas antes da sua incursão no rio.

Em 98 é lançado o álbum póstumo, agora entitulado “Sketches for My Sweetheart the Drunk” que é composto pelas gravações com Tom Verlaine mais as músicas nas quais Jeff trabalhava antes de morrer.

Em relação a como gostaria de ser lembrado nada melhor do que as palavras de Buckley:

“…As a good friend. You know, I don’t really need to be remembered. I hope the music’s remembered. ”

Deixando para trás uma discografia curta só com dois albuns de originais editados e apenas um deles lançado em estudio, Jeff Buckley conseguiu no entanto tornar-se uma referencia indespensável no panorama musical, sendo Grace considerado por muitos como um dos melhores albúns de sempre.

E porque a sua incrivel voz não foi esquecida aqui fica um dos temas pelos quais é mais reconhecido, a sua versão de Hallelujah de Leonard Cohen, aqui numa arrepiante interpretação ao vivo no Liquid room em Tokyo.

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